"Ninguém é tão ignorante que não tenha algo a ensinar. Ninguém é tão sábio que não tenha algo a aprender." Pascal

29
Mai 10

...e mais sinais de que é possível.

 

Encontrei no blog Terrear outro (de vários) exemplo de conquistas neste território difícil.

 

Atenção ao destaque, dentro do destaque.

 

Ontem em Beiriz, com lideranças inspiradoras, a dedicação e profissionalismo de muitos professores, largas dezenas de alunos, centenas de pais: evidências claras e quentes de uma comunidade sempre em construção, numa noite de primavera.

 

Quando assim é, é um prazer, de facto...

 

Via Terrear

publicado por Ricardo Antunes às 16:33

...é a pergunta que se impõe.

 

Pensar devia ser um Ofício obrigatório!

 

 

A propósito disto (intenções de encerramento de escolas com menos de 20 alunos), diz Paulo Prudêncio, no seu blog Correntes:

 

Não seria mais moderno, razoável e sensato que se conhecesse o local e se encontrasse a melhor solução? Estudar as alternativas, equacionar as distâncias que as crianças têm de percorrer diariamente até à nova escola, perspectivar o impacto que pode ter para a comunidade e por aí adiante. Em suma: não seria melhor pensar mesmo e depois decidir?

 

Os que me foram ouvindo nas últimas semanas sabem o que penso disto.

publicado por Ricardo Antunes às 14:10
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Aonde iremos...? A lugar nenhum... a todo o lado!

 

Texto belíssimo. Música e interpretação a condizer.

 

 

 

 

 

No barco sem ninguém, anónimo e vazio,
ficámos nós os dois, parados, de mão dada...
Como podem só dois governar um navio?
Melhor é desistir e não fazermos nada!

Sem um gesto sequer, de súbito esculpidos,
tornamo-nos reais, e de madeira, à proa...
Que figuras de lenda! Olhos vagos, perdidos...
Por entre nossas mãos, o verde mar se escoa...

Aparentes senhores de um barco abandonado,
nós olhamos, sem ver, a longínqua miragem...
Aonde iremos ter? — Com frutos e pecado,
se justifica, enflora, a secreta viagem!

Agora sei que és tu quem me fora indicada.
O resto passa, passa... alheio aos meus sentidos.
— Desfeitos num rochedo ou salvos na enseada,
a eternidade é nossa, em madeira esculpidos!

David Mourão-Ferreira, "A Secreta Viagem"

publicado por Ricardo Antunes às 12:35

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