"Ninguém é tão ignorante que não tenha algo a ensinar. Ninguém é tão sábio que não tenha algo a aprender." Pascal

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Jul 10

Leitura dos próximos dias:

 

"proclamam acaso os professores que se aprenda e fixe o que eles pensam, e não as doutrinas mesmas, que eles julgam comunicar falando? Pois quem será tão estultamente curioso que mande o seu filho à escola, para que ele aprenda o que o professor pensa? Ora depois de terem explicado por palavras todas essas doutrinas, que declaram ensinar, incluindo a da virtude e da sapiência, então aqueles que são chamados discípulos, consideram consigo mesmos se se disseram coisas verdadeiras, e fazem-no contemplando, na medida das próprias forças, aquela Verdade interior de que falámos. É então que aprendem"

Tradução de António Soares Pinheiro
Introdução e comentários de Maria Leonor Xavier

 

 

Introdução

O autor, a obra e o texto   
A filosofia de O Mestre
1. A ordem da linguagem
1.1. A regra da nominação
1.2. A regra da comunicação
2. Linguagem e conhecimento
2.1. Palavra e conhecimento da realidade

2.2. Discurso e conhecimento da verdade

2.3. Conhecimento por ostensão

2.4. Ostensão e admonição: Mestre interior e mestre exterior
Sto. Agostinho

 

O Mestre [Parte I]    [A palavra e os sinais]

Cap. I [Ensinar e rememorar]

Cap. II [O significado das palavras]

Cap.III [Palavra e realidade]

Cap.IV [Sinais de sinais]

Cap. V [Sinais recíprocos]

Cap.VI [Ossinónimos]

Cap. VII [Resumo do que se expôs]

[Parte II]    [Os sinais, a realidade e o Mestre]

Cap.VIII [Sinais e realidades]

Cap. IX [Primazia das realidades]

Cap. X [Realidades conhecidas sem sinal]

Cap. XI [Vacuidade das palavras]

Cap. XII [Palavra, sensação e intelecção]

Cap.XIII [Deficiências da palavra]

Cap.XIV[ O Mestre e a consciência]

 

Anexos

Notas de Comentário

publicado por Ricardo Antunes às 22:23

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